segunda-feira, 7 de junho de 2010

Homenagem a Waldo Léon

Estava em São Paulo no último final de semana e foi com muita tristeza que recebi por e-mail a notícia do falecimento do grande artista Waldo Léon. Sempre fui muito fã do seu trabalho, nós trabalharíamos juntos pela primeira vez no espetáculo ELIZAVETA BAM, no último mês de Abril, quando soubemos que ele precisaria se afastar da equipe para tratar de um câncer. Infelizmente não pude ter a satisfação de dividir com ele a criação de um espetáculo. Porém, no final de 2009 ele, atenciosamente, aceitou meu convite para participar de uma postagem sobre a iluminação na cena teatral curitibana aqui no blog. Sua participação me deixou imensamente feliz. Agora, em sua homenagem, eu publico novamente o texto escrito por ele, que naquela ocasião veio acompanhado do depoimento de outros grandes iluminadores. O teatro curitibano perde um grande criador, mas o céu ganha novo brilho com a luz de Waldo Léon.



WALDO LÉON
"Há mais de 20 anos comprei minha primeira máquina fotográfica. Na década de 90 me especializei em fotojornalismo; trabalhei para vários jornais de Montevidéu e para a UNICEF. Neste tipo de fotografia a luz é um fator importante, como a composição, o momento decisivo, mas não é uma iluminação controlada. O documento fotográfico mais puro é aquele que reúne esses fatores em uma tomada única. No ano de 1992 alguns amigos de teatro me pediram para fazer umas fotos de divulgação; foi o início de uma relação que dura até hoje. Controlar a luz para a fotografia e para o teatro é uma idéia que vem de longe. Pintores como Rembrandt e Caravaggio regulavam as janelas de seus ateliês para controlar a entrada da luz do sol. Com o tempo deixei o fotojornalismo e passei a me dedicar ao teatro. Quando assisto aos ensaios das peças, chego desprovido de idéias, de conceitos e preconceitos Sou um iluminador lento. Preciso escutar várias vezes o texto, a música, ou ver várias vezes uma coreografia, para chegar à mesma pergunta de sempre: o que me agradaria ver neste instante? Esta pergunta leva todos os conceitos técnicos da fotografia; composição, ritmo, destaques, figuras, momentos únicos, fundo, clima, ambiente, época. Fotografias que no geral duram uma cena, uma coreografia, uma frase, uma palavra ou um gesto. Depois de imaginar essa possível fotografia, busco nos recursos técnicos disponíveis os elementos necessários. Não me sujeito a nenhuma regra, podendo ser uma vela, a luz da rua em uma janela ou ainda o mais sofisticado dos aparelhos robotizados, o objetivo é o mesmo, estar em sintonia visual com o que acontece na cena. Complementar, colaborar com o espectador a sentir o que quer transmitir o ator, a bailarina ou o músico. A luz é a influência mais importante em nossa percepção visual do mundo; vemos muito mais do que podemos tocar ou cheirar. Iluminar espetáculos é uma tarefa que requer concentração e paciência. Assistir aos ensaios possibilita exercitar a imaginação e discutir possibilidades estéticas.As novas ferramentas virtuais acabaram por derrocar a tirania dos iluminadores. A iluminação nos espetáculos era até pouco tempo a única coisa que não se podia mostrar antes de executada. Hoje, todos os integrantes do grupo tem a possibilidade de vê-la simulada, enriquecendo e afirmando suas idéias. Não tenho regras para iluminar; uma iluminação de balé pode ficar fantástica em uma peça de teatro, e uma luz de cinema pode ser impactante em um monólogo. Entre as milhares de opções que se apresentam não pode haver apenas uma única forma de iluminar. Dificilmente um espectador se lembra de uma frase de uma peça que assistiu, mas é provável que se lembre de uma imagem. Minha tarefa é realizar essa imagem dentro de qualquer espetáculo. Faço iluminação em todo tipo de cenários, circulares, italianos, também nas ruas, nas tendas de circo, em prédios desativados, em estações de trem, museus, todo tipo de espetáculo, teatro, música, circo, balé, ópera, dança. Em todos me guio pelo instinto da excelência da imagem.Algumas fotos de meus trabalhos podem ser vistas em: http://waldocesarleon.blogspot.com/ "

domingo, 16 de maio de 2010

LENDAS JAPONESAS


Estreou ontem no Teatro Regina Vogue, no Shopping Estação, o espetáculo infantil LENDAS JAPONESAS do Grupo Camelo. A peça conta a história de um menino que, junto de seus gatos, sai em busca do seu caminho, guiado por Tamashi, uma criatura fantástica. É um espetáculo super bacana e que a vale a pena conferir.
Fiz os figurinos e adereços, um convite da produtora Laura Haddad e, além do grande prazer em confeccioná-los, pude mergulhar um pouco mais fundo na cultura e estética japonesa. As lendas japonesas são realmente fantásticas!
A equipe técnica é formada por profissionais extremamente competentes e talentosos, amigos queridos, que não mediram esforços para a realização e o sucesso do projeto.
O espetáculo LENDAS JAPONESAS fica em cartaz até o dia 09 de Junho, sempre aos sábados e domingos às 16h. Os ingressos custam R$15,00 (inteira) e R$7,50 (meia).
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FICHA TÉCNICA:
Texto: Patrícia Kamis – Direção: Pretto Galiotto – Assistência de direção: Tiago Luz – Cenografia: Fernando Marés – Iluminação: Anry Aider – Sonoplastia/composição musical: Vadeco – Maquiagem: Marcelino de Miranda – Figurinos e adereços: Paulo Vinícius – Fotógrafo: Daniel Sorrentino – Cenotécnico: Sérgio Richter – Projeto gráfico: Juliana Furuta – Caricaturas em Mangá: Guilherme. Match – Costureira: Rose Mathias – Operação de Luz: Anry Aider – Operação de som: Dayres de Conto – Assistência de produção: Patrícia Kamis – Direção de produção: Laura Haddad – Elenco: Guilherme Fernandes, Léa Albuquerque, Patrícia Kamis, Tarciso Fialho e Tiago Luz.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Outro papo.



Outro papo é o mais recente projeto da Paraphernália Produções Artísticas. Trata-se de um programa de entrevista para a Web. Os entrevistados são artistas de diversas áreas, divulgando seus trabalhos e idéias.
Tive o prazer de ser o segundo convidado e estou divulgando-o aqui não apenas por isso, mas também porque é um programa super bacana que vale a pena conferir. A primeira edição foi com o ilustrador e videomaker Fábio Biondo.
O link para ver a entrevista é: http://vimeo.com/13117735 e aproveite para conhecer também o site deles que é bem bacana.
Enfim, vida longa a Paraphernália e parabéns por mais este projeto!

terça-feira, 20 de abril de 2010

ELIZAVETA BAM

(foto de Marco Novack)

No último dia 15 estreou, no Teatro Novelas Curitibanas, o espetáculo ELIZAVETA BAM, uma produção do Teatro de Breque e da Cia Transitória. Mais uma vez fico super feliz por integrar a equipe de um projeto financiado pela Fundação Cultural de Curitiba. Desta vez assinei o Figurino e a Ambientação Cênica.
O espetáculo é fruto de um processo colaborativo coordenado pelos diretores Edson Bueno, Nadja Naira e pela atriz Luciana Schwinden do Grupo Vertigem de São Paulo. Luciana fez o desenho de ocupação de espaço, Nadja, a concepção cênica e Edson, a direção de atores. A produção foi desenvolvida pelo querido e talentoso Pablito Kucarz (Teatro de Breque). A trilha sonora foi pesquisada e desenvolvida por Rodrigo Lemos e a Iluminação é do Wagner Correa. No elenco estão os atores Diego Duda, Eduardo Simões, Flávia Sabino, Kelly Eshima, Thiago Inácio e Uyara Torrente.
A primeira vez que vi uma montagem de ELIZAVETA foi no ano de 2009 quando o diretor Márcio Mattana se apropriou do texto de Danill Charms para a encenação com os alunos do quarto ano de Bacharelado em Artes Cênicas da FAP. Na montagem que agora está em cartaz no Novelas, fora a dinâmica onde o público acompanha os atores pelo desenrolar das cenas, a encenação é completamente diferente daquela. Uma outra abordagem foi dada ao texto de Charms, o que concede grande mérito aos diretores, tanto ao Edson e a Nadja, como também ao Márcio.


(foto de Marco Novack)

O público que comparecer às apresentações verá que o casarão do Novelas se tornou a residência da família de Elizaveta. Os diversos espaços do casarão histórico são a própria cenografia onde se desenrola as conflitantes relações entre as personagens. Relações incestuosas entre pai e filha e entre mãe e filho , além do triângulo amoroso sugerido entre Ivan Ivanovich, Petr Nicolaevich e Elizaveta Bam, são alguns dos temas valorizados para contar a história que se apresenta por trás da densa dramaturgia de Daniil Charms. Uma preocupação recorrente no trabalho dos diretores foi sempre o de oferecer códigos ao público para que ele pudesse costurar o seu entendimento sobre a absurda trama apresentada.
Sobre a dramaturgia caótica, Edson Bueno valoriza o contato com uma experiência surrealista, ou seja, “em nossos tempos de velocidade de informações e necessidade de compreensão rápida, experimentar alguma espécie de surrealismo é quase um exercício de suspensão”, diz ele no programa do espetáculo. Esta é uma excelente dica para quem for assistir o espetáculo, não deixe a razão ser sua primeira guia no entendimento do espetáculo, abra-se para o que talvez possa ser entendido por um outro canal. Desta forma, talvez você construa um novo entendimento sobre ELIZAVETA BAM. Se isto acontecer, não se esqueça de me contar!
No mais, as cenas garantem lindas imagens ao espectador, isto é claro.
Aventure-se! O trabalho está muito bonito!
Foi um grande prazer fazer parte dele.
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ELIZAVETA BAM
De 15/04 a 16/05 de 2010 – Quinta á domingo as 20h – Teatro Novelas Curitibanas (Rua Presidente Carlos Cavalcanti. 1222).
Entrada: R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia)
Informações: 8405-7095 / 3321-3358

domingo, 28 de março de 2010

BREVES IMPRESSÕES SOBRE O FESTIVAL

Neste ano, em função dos meus projetos que estréiam em Abril e por estar em cartaz com CHICLETE & SOM, vi bem menos espetáculos do que nas edições anteriores. Também estive distante dos buchichos e confusões sempre presentes no Festival. Para mim foi um período de muito trabalho paralelo.
Ao contrário do ano passado, que escrevi sobre alguns espetáculos separadamente, farei agora um resumo dos principais trabalhos que assisti e que valem à pena comentar.

(VIDA - foto divulgação)
Vi a estréia da Companhia Brasileira, o espetáculo VIDA. Como já disse aqui no blog, gosto muito do trabalho do diretor Márcio Abreu, sempre presto muita atenção em como a palavra é trabalhada na dramaturgia. A forma de como o texto é interpretado pelos atores é uma preocupação recorrente nos espetáculos do Márcio. Apostos frisados, repetições constantes e uma maneira cotidiana de fazer a palavra caber na boca dos atores, já são marcas registradas na Companhia. As soluções criativas quanto à encenação também são elementos que me chamam muita atenção. Desta vez, o cenário foi grandioso com direito a parede de fundo móvel e outras revelações. A Companhia Brasileira fará uma nova temporada de VIDA em Abril, quem não conseguiu ver no Festival, não perca.


(TILL - foto divulgação)

Outro grupo que procuro não perder é o Galpão. Desta vez os mineiros trouxeram TILL, A SAGA DE UM HERÓI TORTO. O espetáculo originalmente foi feito para a rua, mas no Festival foi adaptado também para a Ópera de Arame. É sempre muito bacana ver as qualidades técnicas e criativas do Galpão, pois sempre os trabalhos são feitos com muita qualidade, porém acho que nós, o público, também gostaríamos de ver os atores do Galpão em um lugar de maior risco, um lugar menos confortável do que este que nós já sabemos que eles sempre tiram de letra.

(NÃO SOBRE O AMOR - foto divulgação)

NÃO SOBRE O AMOR da Sutil Companhia, espetáculo super elogiado pela crítica e ganhador de vários prêmios importantes, se apresentou na mostra Fringe. A encenação é genial, combina um cenário fabuloso com projeções fantásticas e uma iluminação brilhante. Porém, na minha opinião, a dramaturgia é um ponto bem fraco no espetáculo e fez com que a performance dos atores não ultrapassasse a qualidade de um texto bem dito e só.


(IN ON IT - foto divulgação)

IN ON IT da Companhia dos atores, dirigida por Enrique Dias, é tão brilhante quanto A GAIVOTA, último espetáculo do Enrique que vi. Pouca tecnologia teatral, muito trabalho de ator, dramaturgia brilhante e direção impecável são os pontos altos do espetáculo.


(SIMPLESMENTE EU, CLARICE LISPECTOR - foto divulgação)


SIMPLESMENTE EU, CLARICE LISPECTOR, monólogo de Beth Goulart, me emocionou muito pelo grande elogio à minha escritora favorita. É uma bela interpretação de Clarice, fundamentada sobre uma pesquisa bastante rica. Enquanto encenação teatral não ultrapassa nenhum lugar conhecido, mas gostei muito de ter visto.



terça-feira, 16 de março de 2010

FESTIVAL DE CURITIBA 2010


Começa hoje o 19º. Festival de Curitiba que trará até o dia 28 de Março mais de 300 espetáculos para a cidade. Na Mostra oficial 2010 serão apresentados 26 espetáculos, 07 são estréias nacionais e 01 internacional. Na mostra Fringe, companhias e grupos de todo o país se apresentarão em vários teatros da cidade.
Na edição do ano passado tive a oportunidade de postar aqui no blog indicações dos artistas curitibanos. Neste ano, em função do tempo corrido e dos trabalhos que estou envolvido, não tive a mesma disponibilidade de tempo para organizar as postagens e realizar os convites. Porém, na medida do possível, escreverei sobre os espetáculos que me estimularem para isto.
Por enquanto, indico os espetáculos que integro a equipe e que se apresentarão no festival.
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CHICLETE & SOM
(CHICLETE & SOM - foto de Emannuel Pixer)
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O espetáculo dirigido por Nina Rosa Sá, volta nesta nova temporada no mesmo teatro em que estreamos, no TUC, dentro da mostra de Pequenos Conteúdos. Eu, Rúbia Romani, Uyara Torrente e Pablito Kucarz, o elenco do espetáculo, estaremos renovando toda a energia que investimos na temporada de estréia em Novembro de 2009. Para quem ainda não viu, vale a pena, esta talvez seja a nossa última temporada em Curitiba.
O TUC fica na galeria Julio Moreira s/n no Largo da Ordem.
DIAS:
20/03 AS 12h
21/03 AS 20h
22/03 AS 14h
23/03 AS 23h
24/03 AS 14h
27/03 AS 2Oh
Informações pelo telefone (41) 8405-7095
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NERVO CRANIANO ZERO

(NERVO CRANIANO ZERO - foto de Denis Lelo)
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O espetáculo dirigido por Paulo Biscaia Filho com a Cia Vigor Mortis, volta no Festival com Leandro Daniel Colombo no papel do doutor Bartolomeu Bava. Na primeira temporada a personagem era uma doutora, Barbara Bava, interpretada pela atriz Simone Martins. O elenco traz ainda Michelle Pucci e Rafaella Marques que originalmente integravam o espetáculo. É uma ótima produção, minha primeira parceria como cenógrafo da Vigor Mortis.
NERVO CRANIANO ZERO será apresentado no Teatro da Caixa Cultural, rua Conselheiro Laurindo 280, no Centro de Curitiba.
DIAS:
17/03 AS 18h E 21h
18/03 AS 18h E 21h
Maiores informações: http://www.vigormortis.com.br/
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MANSON SUPERSTAR

(MANSON SUPERSTAR - foto de Chico Nogueira)
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O musical documentário dirigido por Paulo Biscaia Filho, também com a Cia Vigor Mortis, volta no TEUNI com o mesmo elenco da estréia em Novembro de 2009. O ator Andrew Knoll ganhou o Prêmio Gralha Azul de melhor ator em 2009. Ainda no elenco estão Rafaella Marques, Leandro Daniel Colombo, Michelle Pucci, Ana Clara Fischer, Marco Novack, Carolina Fauquemont e Wagner Correa. Eu assino o cenário e o figurino do espetáculo.
DIAS:
22/03 AS 17h
24/03 AS 23h
25/03 AS 14h
26/03 AS 23h
27/03 AS 17h
O TEUNI fica no prédio histórico da Federal, Praça Santos Andrade, no Centro de Curitiba.
Maiores informações: www.vigormortis.com.br
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Ótimo Festival para todos. A gente se encontra por aí.


segunda-feira, 15 de março de 2010

FIGURINO E CENA EM CAMPO GRANDE / MS


Dando continuação ao projeto de Oficinas de Criação Teatral, estive na última semana em Campo Grande / MS ministrando a oficina Figurino Cênico. O objetivo central da oficina foi apresentar os diversos processos de construção do figurino na cena contemporânea. O conteúdo prático visou o desenho de croquis, o figurino em espuma e a customização.
A oficina foi promovida pelo projeto INTERAÇÃO, realizado pela Fundação de Cultura de MS. O objetivo do projeto, que se estende até o final do semestre, é investir na capacitação dos artistas locais para que os conteúdos possam ser transmitidos e multiplicados por todo o Estado. A turma de alunos foi formada por 32 alunos, artistas das diversas áreas das artes cênicas, artes visuais e da dança. Os artistas, que foram previamente selecionados por afinidades de currículo, surpreenderam todas as expectativas com relação ao conteúdo ministrado na oficina de figurino.
Para mim foi um grande prazer estar durante os cinco dias em contato com uma turma tão bacana e dedicada. Sempre fico muito feliz em poder transmitir os conhecimentos adquiridos na duração de minha carreira e poder contribuir nesta área ainda tão carente de publicações e informações técnicas que é o figurino cênico.
Agradeço também a equipe de coordenadores da Fundação de Cultura por todo profissionalismo, carinho e dedicação ao me receber tão bem nesta primeira ida a cidade de Campo Grande. Entre todos profissionais envolvidos, agradeço especialmente o carinho, a atenção e a companhia de Lidiane Lima, Bia Marques, Márcio Veiga, Pietro Falcão e Renderson Valentim.
Bacana foi também saber que a produção cultural está em profundo crescimento no MS. Alguns projetos culturais do Estado, como os Pontos de Cultura, são iniciativas importantes para o desenvolvimento cultural e artístico do Estado.
Até o final do primeiro semestre de 2010, artistas e profissionais de diferentes áreas do teatro, da dança, do circo, da música e das artes visuais estarão contribuindo pra a realização do projeto INTERAÇÃO.
Vida longa e multiplicação ao INTERAÇÃO e muita sucesso aos artistas de Campo Grande e de todo Estado do MS.
Obrigado pela parceria.
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Maiores informações sobre as oficinas do Figurino e Cena visite: http://oficinasdecriacaoteatral.blogspot.com/